terça-feira, 7 de dezembro de 2010

a velha ainda esta esperando.


Uma nova proposta...


Estamos vivendo tempos de muitas mudanças, e isso não é privilégio de nossa geração, é algo comum que obedece ao ciclo da vida. Observando o texto de Habacuque 3.2 (NTLH), vejo que ele também viu mudanças; comportamentais, espirituais, relacionais e certamente a mudança fora para pior, por isso ele disse: “... ouvi falar do que tens feito e estou cheio de temor.”, em seguida um pedido especial: “Faze agora, em nosso tempo, as coisas maravilhosas que fizeste no passado, para que nós também as vejamos.”.
Devemos seguir esse exemplo, olhar para trás e ver o que mudou e como continua mudando, assim devemos orar como ele orou, e buscar o que ele buscou uma nova proposta de vida, ou seja, praticar as velhas obras de um passado vivo e intenso, com temor, amor e expectativa de que Deus está trabalhando para coisas novas na vida de quem continua sonhado.
É importante saber que há coisas que nunca deveriam ter mudado: nosso ímpeto de novo convertido, nossa fé num Deus sem catálogos e sem limites. A igreja primitiva deveria ter continuado, o primeiro amor deveria ter ficado; hoje digo que ouvi falar o que Deus tem feito e a nostalgia me bate no peito a ponto de doer, sinto saudades do que ouço, do que vivi, e do que nunca vi, mas sei que Deus pode tudo, afinal Ele é, Ele está, Ele faz... Salmo 46.1,5,9.
Vamos então temer  e praticar as velhas obras para uma nova proposta na vida cristã...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

me diga o que dói...

dói
dói ver o tempo passar
dói te ver e não conseguir me expressar
dói quando ferem você
dói não amar quando sei que devo
dói te conhecer e não desfrutar
dói quando lhe ferem sem você saber
dói ir embora sem sentir a dor
dói por dentro quando ninguém vê
dói por fora quando me machuco
dói quando brinco e caio sem querer
dói pregar sem ensinar
dói orar e não saber o que falar
dói saber que te feri
dói pois não merecias absorver minhas culpas
dói amar por amor a Deus nosso Senhor
dói demais te amar e não saber
o que fazer para demosntrar...
dói

segunda-feira, 8 de março de 2010

aviva

                                "...aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos..." Habacuque  3.2  
    A palavra aviva, tem um siginificado muito forte para mim, já que nestes últimos dias passei a me lembrar da boa EBD, dos tempos que me converti. Me lembrei que para as aulas eu me preparei muito, pois estava ansioso para ver os resultados da prática destes ensinos, estudei exaustivamente os capítulos da velha revista para me fazer compreender, usei uma caixa em algumas aulas, e dizia que dentro dela havia o segredo do avivamento.
    Hoje subtamente veio a minha mente, o desejo de escrever alguma coisa, confesso que um insentivo me ajudou,  entendi que o desejo do profeta, ainda está aceso dentro de mim, e fico feliz, isso é um bom sinal! Penso que, o fato do profeta ressaltar o período em que isso deveria acontecer, nos revela que o avivamento é mais que um desejo de tornar mais vivo, é uma necessidade de despertamento, porque "no meio", sugere que aconteceu algo no passado. O tempo ao passar, pode roubar oportunidades, mas também pode nos ensinar, estamos orando para um avivamento em nossa igreja, mas desejo que todos experimentem vários avivamentos em suas vidas, pois despertar, significa dentre outras coisas 'manifestar-se', e "...no meio dos anos a notifica", ou seja, confirma a manifestação desse despertamento em nossas vidas, através dos frutos que permanecem.
     Quero um despertamento para minha vida, a fim de não ressoar as seguintes palavras: 
"Cada badalada do relógio nos fere. A última nos mata".*
     Não vamos deixar o tempo passar, devemos começar olhando para ver o que tem dentro da caixa, lá existe um espelho.
* (Café Filosófico - TV Cultura)